segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Reunião com a Câmara Municipal da Figueira da Foz


Correspondência trocada entre a Câmara Municipal da Figueira da Foz e o Ministério da Saúde, a qual foi dada a conhecer a esta Comissão por Sua Excelência o Sr. Presidente da Câmara, aquando da reunião conjunta realizada no passado dia 30/11/2011.





 



 




domingo, 11 de dezembro de 2011

Notícia - "Correio de Coimbra"

 

Figueira da Foz: petição em defesa do hospital

 
Cerca de meia centena de pessoas participaram na reunião de sábado, dia 3, no auditório do Tubo d’Ensaio (antigas instalações da Universidade Internacional) promovida pela comissão ad-hoc de defesa do Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF).
Presentes representantes de vários partidos políticos, e ainda da eurodeputada do PCP Ilda Figueiredo, que considerou “inadmissível” o possível desaparecimento de alguns serviços e consequente desclassificação de urgência médico/cirúrgica para urgência básica.
A petição pública em defesa do hospital registava, dia 3, mais de 1.200 assinaturas.
 

Notícia - "O Figueirense"


Fonte: Jornal "O Figueirense", edição de 6 de Dezembro de 2011

Notícia - "A Voz da Figueira"


Fonte: Jornal "A Voz da Figueira", edição de 5 de Dezembro de 2011

Notícia - "Diário de Coimbra"


Fonte: Jornal "Diário de Coimbra", edição de 2 de Dezembro de 2011

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

AVISO IMPORTANTE


AVISO IMPORTANTE

Após a assinatura da petição receberá um email idêntico ao seguinte:
“Este email é enviado para si do site PeticaoPublica.com para confirmar a sua assinatura como «………………………………………………………………………….» na petição online:
«Em Defesa do Hospital Distrital da Figueira da Foz»
A sua assinatura na petição necessita de ser confirmada para garantir a autenticidade dos dados.
http://www.peticaopublica.com/Confirmacao.aspx?id=........................
Clique no link acima para confirmar a sua assinatura: (ou copie o endereço para uma nova janela do seu browser)

 Deve proceder como lhe é solicitado, pois se a assinatura não for confirmada não é válida.

Notícia - "A Voz da Figueira"


Fonte: Jornal "A Voz da Figueira", edição de 30 de Novembro de 2011

Esperamos pois que o Conselho de Administração do HDFF siga outro caminho


Algumas observações sobre o Hospital Distrital da Figueira da Foz e as ameaças que constituem as medidas de contenção de custos agora anunciadas. É um facto que em alguns meios circulam rumores de que será possível encontrar soluções para manter a oncologia, através de protocolos com o Instituto Português de Oncologia, ou manter a Viatura Médica de Emergência, integrando a equipa da VMER na equipa de urgência, rentabilizando assim dois salários por turno.
Conhecendo por experiência própria as dificuldades inerentes a estas situações, é evidente que é de enaltecer o esforço em encontrar alternativas que mantendo no essencial os serviços em causa, serviços relativamente aos quais não nos cansamos de reconhecer e enaltecer a qualidade dos profissionais envolvidos.
Acontece que no entanto é o encerramento do Bloco Operatório, a partir das duas horas a medida que, a prazo se tornará mais gravosa para os utentes em geral e para o desenvolvimento futuro do Concelho da Figueira da Foz. Vejamos um exemplo:
Imaginemos um acidente que entra na Urgência do HDFF por volta das 23 horas. Entre os procedimentos de diagnóstico e de estabilização, decidiu-se que necessitava de uma intervenção cirúrgica. Subiu para o Bloco Operatório cerca das 23h e 45 minutos, para uma intervenção que demora cerca de uma hora. Uma intervenção cirúrgica de uma hora implica que dentro dos procedimentos normais sairia do Bloco por volta da 1hora, uma hora e trinta minutos. Ora tendo em conta que o anestesista é não só o responsável pela indução anestésica, mas também pelo pós-operatório imediato não há anestesista que corra o risco de aceitar uma intervenção cirúrgica nestas condições.
Assim teremos que recuar três horas, que é o tempo mínimo para um pós-operatório de previsão de risco normal, para terminar uma intervenção o que quer dizer que no HDFF as intervenções cirúrgicas teriam que estar terminadas ás 23 horas, o que remeteria o seu inicio para as 21 horas. Se nos lembrarmos que a hora de jantar é entre as 20 e as 21 horas, podemos garantir que as cirurgias do HDFF terminariam às 20 horas. O hospital perderia a capacidade para responder às situações de cirurgia geral que ocorram durante metade do dia. Nestas circunstâncias, passaria a ter condições para garantir apenas a cirurgia do ambulatório e deixaria de ter condições para a média e grande cirurgia.
Estão então criadas as condições para a desqualificação da urgência. Uma urgência que não garante durante 24 horas os procedimentos normais da valência de cirurgia geral não pode ser qualificada de médico-cirúrgica. Passará inevitavelmente a urgência básica, com as consequências inerentes a uma resposta menos qualificada para os utentes e a uma ausência de garantia para quem nos visita ou para quem aqui investe.
A razão apontada para o encerramento do Bloco é dizem-nos o facto estatístico de que entre as 2horas e as 8 horas o número de intervenções realizadas é ínfimo e não justifica a equipa cirúrgica. O mais grave é que compreender esta razão pode estar consciente ou inconscientemente a inverter aquilo que são os nossos valores. Isto é não nos passa pela cabeça desejar um qualquer acidente nocturno para aumentar a produção da equipa cirúrgica do HDFF. É que apesar de tudo ter saúde ainda é mais barato que estar doente.
Um segundo e ultimo aspecto. Não compreendemos, porque não é comum o uso deste período para aferir a produção de uma equipa. Estamos no entanto convencidos, mesmo sem conhecer a produção dos outros hospitais distritais, que os números serão idênticos. E mesmo para terminar. As equipas de urgência garantem não só a urgência externa mas também a urgência interna isto é dos doentes internados, que confiam que o hospital possui os recursos necessários para as suas necessidades. E essa confiança desaparecerá naturalmente.
Esperamos pois que o Conselho de Administração do HDFF siga outro caminho.

NELSON FERNANDES      

terça-feira, 29 de novembro de 2011

INFORMAÇÃO

INFORMAÇÃO

O Movimento Cívico Defender o HDFF informa que a petição “Petição PETIÇÃO EM DEFESA DO HOSPITAL DISTRITAL DA FIGUEIRA DA FOZ” que estava no endereço www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N17186” já não está activa, uma vez que não foi solicitado o nº do Bilhete de Identidade/Cartão de Cidadão, obrigatório aquando de petições dirigidas a Órgãos de Soberania.
Foi criada uma nova petição “Petição em Defesa do Hospital Distrital da Figueira da Foz” que se encontra no endereço www.peticaopublica.com/PeticaoAssinar.aspx?pi=P2011N17195, pelo que solicitamos aos subscritores da petição agora inactiva que subscrevam a nova petição.

Notícia - "Diário de Coimbra"


Notícia - Jornal "As Beiras"


Notícia - "Notícias do Centro"

Cidadãos lançam petição contra fecho de valências no hospital da Figueira da Foz


O movimento de cidadãos da Figueira da Foz que contesta o encerramento de valências no hospital distrital (HDFF) lançou hoje uma petição, em papel e na Internet, que pretende ver discutida na Assembleia da República.
Na petição online, que a meio da tarde de hoje contava com 165 assinaturas, os subscritores alegam uma “vontade inabalável” em defender o Hospital Distrital da Figueira da Foz e as suas valências.
Dizem também pugnar para que a unidade de saúde seja dotada, “de forma consequente, das melhorias e equipamentos necessários à sua manutenção e desenvolvimento como hospital de referência”.
Manifestam-se contra o possível encerramento do Hospital de Dia dos serviços oncológicos “que terá como consequências o aumento dos custos com deslocações e os prejuízos daí resultantes em termos de qualidade de vida para o doente e seus familiares”.
Estão ainda contra a deslocalização da viatura médica do INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica), alegando que esta “salva vidas no local” e dá qualidade às urgências, criticando ainda o encerramento do bloco operatório entre as 02:00 e as 08:00.
“Esta última medida é extremamente gravosa a prazo e põe em causa a referenciação da urgência como urgência médico-cirúrgica. Esta referenciação, já em causa pela inexistência de uma unidade de cuidados intensivos polivalentes, estará irremediavelmente comprometida com o funcionamento parcial do Bloco Operatório”, alegam.
“A ideia última da petição é fazer parar a proposta. Se o Conselho de Administração entender meditar sobre a proposta e pará-la, a petição não terá, obviamente, razão de ser”, disse hoje à agência Lusa Nelson Fernandes, porta voz do movimento de cidadãos.
Adiantou que a ideia subjacente à petição passa por exigir à tutela que “diga o que se pretende” do Hospital Distrital da Figueira da Foz e que o texto vai estar disponível para ser assinado em vários locais da cidade.
“Vamos procurar chegar a toda a gente e que toda a gente adira”, frisou.
“Não se pode estar a cortar o hospital às fatias, a enganar a população a dizer que tem isto e aquilo para daqui por uns tempos se tirar essas valências e a população ficar sujeita a pensar que tem essa assistência quando não tem”, afirmou.
Embora o número de assinaturas necessário para submeter a petição à Assembleia da República seja de mil, o movimento pretende o máximo de assinaturas possível: “não pomos limite”, sustentou Nelson Fernandes.